Principais tecnologias de Chillers para solções de resfriamento eficientes

Chiller

A refrigeração industrial passou por uma grande transformação nos últimos anos. Isso reflete não só as inovações, mas também demonstra como as novas tecnologias para chillers e a automação na refrigeração industrial estão elevando os padrões de eficiência energética industrial. 

O mercado exige sistemas robustos que acompanhem o ritmo acelerado das mudanças tecnológicas, garantindo alta performance e confiabilidade em processos críticos.

A integração de soluções modernas, como a IoT na indústria, tem permitido o monitoramento remoto e a manutenção preditiva, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos ativos. 

Essa convergência tecnológica cria um cenário promissor, onde a produtividade e a redução dos custos operacionais caminham lado a lado, abrindo caminho para novos modelos de competitividade e sustentabilidade.

Atualmente, as indústrias enfrentam um ambiente altamente competitivo, onde a modernização dos sistemas de climatização é indispensável. 

A necessidade de integrar equipamentos tradicionais a soluções digitais e tecnológicas elevou o patamar dos projetos, que passam a demandar adaptações rápidas sem comprometer a estabilidade operacional. 

Esse contexto impulsiona a busca por inovações em refrigeração industrial capazes de atender às demandas contemporâneas.

O setor tem observado uma crescente demanda por equipamentos que combinem alta capacidade de resfriamento com menor consumo energético. 

A evolução dos chillers, por meio do uso de compressores oil-free com mancais magnéticos, e a aplicação de materiais de alto desempenho, como aço inoxidável e titânio, ilustram bem essas mudanças. 

Esses avanços possibilitam a produção de sistemas modulares e compactos, adaptáveis a diferentes espaços e com facilidade de manutenção. 

A tendência reflete a necessidade do mercado em reduzir tempos de instalação, aumentar a confiabilidade dos equipamentos e oferecer soluções mais sustentáveis, reafirmando a relevância da eficiência energética industrial e das inovações em refrigeração industrial.

Embora as tecnologias estejam avançando, as indústrias ainda precisam superar obstáculos como a integração de sistemas antigos com as novas soluções digitais e a adaptação de processos de manutenção. 

A complexidade dos equipamentos modernos requer treinamento especializado e uma mudança na abordagem operacional para garantir que os ganhos de performance se convertam em benefícios reais. 

Além disso, a análise do retorno sobre investimento (ROI) permanece como um desafio, pois a implementação de sistemas com inversores de frequência e monitoramento remoto exige um equilíbrio entre o custo inicial e a economia gerada a médio e longo prazo.

A era digital tem impulsionado a modernização dos sistemas de refrigeração industrial, transformando componentes essenciais e integrando novos métodos de controle. 

Tal evolução está impulsionada pela necessidade de alinhar a operação dos sistemas com as demandas de eficiência e sustentabilidade do mercado.

Os recentes avanços destacam a adoção de compressores do tipo oil-free, que utilizam mancais magnéticos para eliminar a necessidade de lubrificação por óleo, proporcionando operações mais limpas e com consumo reduzido. 

Os trocadores de calor têm se beneficiado do uso de materiais como aço inoxidável e titânio, que garantem maior resistência à corrosão e desempenho superior em processos de alta exigência. 

A tecnologia de microcanal aplicada em condensadores, por exemplo, permite designs mais compactos e eficientes, facilitando a manutenção e expansão dos sistemas. 

Essas novas tecnologias para chillers e trocadores traduzem-se em equipamentos que entregam robustez e flexibilidade, essenciais para ambientes industriais com demandas dinâmicas.

A integração entre chillers, trocadores de calor e sistemas de controle digital representa um marco na modernização dos processos industriais. 

A implementação de sistemas integrados possibilita a troca de informações em tempo real entre os componentes, permitindo ajustes automáticos que mantêm a operação no nível ideal de desempenho. 

Soluções que incorporam Building Management Systems (BMS) e interfaces web para controle remoto reforçam a automação na refrigeração industrial, otimizando os processos e garantindo a confiabilidade dos equipamentos. 

Essa interconexão gera ganhos operacionais expressivos, pois elimina surpresas e reduz o tempo de parada para manutenções inesperadas, contribuindo para uma eficiência energética industrial duradoura.

A digitalização dos sistemas de refrigeração tem sido um divisor de águas para as indústrias que procuram reduzir custos operacionais sem comprometer a qualidade do desempenho. 

Sistemas inteligentes e conectados trazem uma nova dimensão à gestão dos processos, permitindo uma operação mais segura e ajustada às variações de carga e demanda.

A incorporação de sensores e dispositivos conectados possibilita o monitoramento remoto dos parâmetros vitais dos equipamentos. 

Tal prática permite identificar, antes que se agravem, eventuais falhas ou desvios no desempenho dos chillers e trocadores de calor. 

A manutenção preditiva, fundamentada em algoritmos e análise de grandes volumes de dados, garante que as intervenções sejam realizadas de forma programada e eficiente, reduzindo o tempo de inatividade e os custos associados às manutenções corretivas. 

Dessa forma, o monitoramento contínuo eleva o padrão operacional e garante que os sistemas funcionem sempre dentro dos parâmetros ideais, reforçando a automação na refrigeração industrial e maximizando a eficiência energética industrial.

A colaboração entre automação e IoT na indústria promove o controle preciso das condições térmicas, ajustando automaticamente a operação dos chillers conforme a demanda. 

Essa integração contribui para uma resposta imediata frente às flutuações nas cargas térmicas, otimizando o uso do refrigerante e regulando a velocidade dos ventiladores e dos compressores. 

A IoT na indústria, por meio de plataformas de controle digital, permite a coleta e análise de dados em tempo real, facilitando a tomada de decisões rápidas e aprimorando a performance dos sistemas de refrigeração industrial. 

Uma sinergia entre hardware e software é um exemplo claro de inovações em refrigeração industrial, onde o equilíbrio entre tecnologia e operação gera resultados impactantes.

Para reduzir os custos operacionais e melhorar a sustentabilidade dos projetos, as indústrias têm adotado estratégias que combinam tecnologias modernas e análises precisas de desempenho. 

Esses métodos reduzem o consumo energético e ainda prolongam a vida útil dos equipamentos.

O uso de novos componentes e sistemas, como compressores de velocidade variável e ventiladores com motores eletrônicos, possibilita que os equipamentos operem na faixa ideal de consumo. 

Tecnologias que promovem a modulação automática dos chillers de acordo com a demanda garantem uma eficiência energética industrial superior, mesmo em condições variáveis de operação. 

A aplicação de válvulas de expansão eletrônicas e o emprego de materiais mais resistentes e de alta performance também colaboram para reduzir perdas térmicas e melhorar o desempenho. 

Essas soluções demonstram como as novas tecnologias para chillers e trocadores de calor podem transformar o panorama operacional, convertendo investimentos iniciais em economias consideráveis a médio e longo prazo.

A mensuração do retorno sobre investimento (ROI) tem se tornado fundamental para justificar a modernização dos sistemas de refrigeração. 

Ferramentas de modelagem e simulação, que consideram o índice de performance integrado (IPLV) e outros parâmetros operacionais, auxiliam na previsão dos benefícios energéticos e na comparação entre diferentes cenários. 

Uma abordagem quantitativa permite que gestores avaliem, com segurança, o impacto das inovações em refrigeração industrial sobre os custos operacionais. 

Ao demonstrar a redução dos gastos com manutenção e o incremento da eficiência energética industrial, as indústrias podem fundamentar a tomada de decisão e investir em soluções capazes de manter a competitividade a longo prazo.

Inovação na refrigeração industrial
 Inovações tecnológicas para a refrigeração industrial garantem economia, sustentabilidade e eficiência operacional.

O futuro do setor aponta para um ambiente cada vez mais digital e sustentável, onde a integração entre tecnologias modernas e a automação continua a impulsionar a eficiência dos sistemas de climatização. Essa visão futurista estimula o desenvolvimento contínuo e a adoção de soluções que alinham performance, sustentabilidade e conectividade.

As projeções de mercado indicam uma expansão significativa na demanda por equipamentos inteligentes e conectados. 

Inovações emergentes, como a utilização de refrigerantes ecologicamente corretos e sistemas de recuperação total de calor, estão redefinindo os parâmetros de desempenho dos chillers e trocadores de calor. 

A incorporação de tecnologias como o inverter de frequência e o controle digital avançado para modulação de carga sugere uma tendência de aumento na eficiência energética industrial. 

Essas inovações contribuem para a transformação dos processos de refrigeração industrial, consolidando um futuro em que a integração digital e as práticas sustentáveis serão indispensáveis para manter a competitividade.

A adoção de tecnologias modernas têm um impacto direto na competitividade das empresas, reduzindo custos e otimizando os processos operacionais. 

A eficiência promovida por sistemas integrados e a automação possibilita ajustes precisos que respondem às variações do ambiente, garantindo uma operação robusta mesmo em cenários de alta demanda. 

Empresas que investem em inovações em refrigeração industrial se posicionam à frente no mercado, oferecendo soluções que visam tanto a melhoria do desempenho operacional quanto a sustentabilidade econômica. 

A transformação tecnológica fortalece a posição competitiva das indústrias, incentivando o desenvolvimento contínuo e a busca por novas possibilidades em eficiência energética industrial.

Condições de operação dos sistemas de água gelada

Sistemas de água gelada são uma das soluções mais empregadas nas instalações de ar-condicionado. Tais sistemas (quando bem projetados, instalados e com manutenção adequada), podem apresentar excelente performance, controle mais preciso de temperatura e alta eficiência.

Visando manter uma instalação nova dentro dos conceitos de projeto, é necessário realizar o comissionamento da obra. No caso de a instalação já ser existente, quanto melhor for a manutenção, mais próximo do projeto será sua operação. Em instalações existentes também é possível fazer um retro comissionamento e resgatar as suas características iniciais.

Frente a isso, as seguintes ações e medidas podem ser adotadas para preservar as condições de operação dos sistemas de água gelada:

  • Estabelecer relacionamento com profissionais e empresas mantenedoras de referência, com know-how para estabelecer um PMOC adequado das instalações e conduzir as ações necessárias, realizando as manutenções dos equipamentos com periodicidade em conformidade com os calendários dos fabricantes e atendendo as normas e diretrizes de referência (ABNT, ANVISA, ASHRAE, SMACNA etc.);
  • Manter a regulagem e balanceamento dos sistemas e sensores calibrados;
  • Analisar a lógica de automação dos sistemas de ar-condicionado para que eles operem de forma adequada;
  • Realizar um retrofit. Com a adequação da instalação ao momento atual é possível promover a substituição de componentes por itens mais modernos, como válvulas eletrônicas, controles variáveis de vazão de ar e água (itens que são cada vez mais acessíveis e contribuem de forma automática para manutenção do ponto ótimo dos sistemas). Um retrofit bem feito pode ser uma interessante forma de obter melhores resultados de performance e eficiência energética.

Destaca-se ainda que o investimento na manutenção adequada das condições de operação dos sistemas de água gelada, além de possibilitar melhor performance, confiabilidade e segurança, contribui para aumentar o tempo de vida útil das instalações e equipamentos, além de contribuir para a eficiência energética, evitando o desperdício de recursos.

Ar-condicionado pode prevenir doenças respiratórias?

É comum ouvirmos por aí que ar-condicionado faz mal à saúde, principalmente para quem sofre com doenças respiratórias como rinites ou sinusites. Mas a verdade é que, quando usado da forma correta, esse aparelho pode ser um aliado estratégico nos dias mais secos.  

Fato é que o ar-condicionado pode sim ressecar as vias aéreas, o que agrava sintomas como irritação no nariz, tosse, espirros e sensação de falta de ar, mas isso se dá pelo acúmulo de ácaros, fungos e bactérias nos filtros do aparelho — é o que explica Brianna Nicoletti, médica alergista e imunologista do Hospital Israelita Albert Einstein. 

A profissional explica que, quando limpo e em bom estado, o aparelho pode melhorar a qualidade do ar. “Quando acompanhado de uma boa manutenção, ele ajuda a manter o ambiente mais controlado e evita a entrada de alérgenos do ambiente externo.”

Segundo Romenig Bastos, especialista em engenharia elétrica e instrutor de Pesquisa & Desenvolvimento da Gree Electric Appliances, aparelhos com filtragem múltipla são capazes de eliminar boa parte dos vírus e bactérias do ar. Mas como identificamos isso em um modelo?

Para te ajudar a enfrentar as crises alérgicas, Recomendamos quatro modelos de ar-condicionado ideais para quem sofre com alergias. Confira a seguir nossa seleção com base nas orientações de especialistas.

O que considerar na hora da compra?

A médica alergista aponta que modelos com filtros Hepa (mais eficientes na retenção de partículas) e com sistema de purificação do ar são indicados para pacientes com alergias respiratórias. “Isso é especialmente útil para quem vive em grandes centros urbanos, onde a poluição é mais intensa, ou para quem tem alergias respiratórias desencadeadas por partículas ambientais”, explica.

Embora poucos aparelhos de ar-condicionado já venham com filtro Hepa de fábrica, é bastante comum encontrar esses filtros para compra separada, que podem ser adaptados em alguns modelos.

Como evitar problemas durante o uso?

Além de selecionar um bom modelo, é importante seguir algumas orientações para preservar não só a sua saúde, mas também a vida útil do aparelho.

Para isso, a médica imunologista do Hospital Albert Einstein orienta manter os filtros sempre limpos. Se o uso for diário, é recomendado limpá-los a cada 15 dias. 

Além disso, segundo a profissional, a temperatura recomendada gira entre 22 °C e 24 °C, com umidade controlada entre 40% e 60%. “Evite programar o aparelho em temperaturas muito baixas, que podem ressecar ainda mais o ar e agravar os sintomas alérgicos. E atenção ao contraste térmico: sair de um ambiente gelado diretamente para o calor externo pode desencadear crises em pessoas sensíveis”, complementa.

E sempre tendo em mente que estas temperaturas indicadas podem variar de acordo com a região em que a unidade for instalada, para evitar choques térmicos (o que pode ser prejudicial a saúde). Sempre é bom verificar a temperatura média da região para ajustar de forma a evitar desconfortos devido a choques térmicos.

Manutenção em FanCoils

É sempre importante a manutenção e limpeza de todos o seus FancCoils. Esta questão impacta muito no rendimento, tanto dos FanCoils quanto de Chillers. Normalmente neste tipo de instalação a maior dificuldade é o isolamento da rede de agua gelada. Esta é uma questão que sempre deve ser monitorada, tanto nos testes de hidrostáticos, quanto ao isolamento. Este tipo de instalação é algo muito complicado e é sempre importante uma empresa de referencia. Afinal existem varias variáveis neste sentido, sempre procure empresas de referencia neste mercado. Muitas vezes o barato sai caro.

A manutenção realizada no Fan Coil visa realizar procedimentos como: higienização dos filtros de ar e de água, limpeza das bandejas interna e externa da máquina, ajuste de correias (substituição, se necessário), alinhamento das polias, higienização e desobstrução de dreno, testes de funcionamento da válvula 2 ( ou três vias) e termostato. Além do mais, a manutenção preventiva envolve verificações na pressão de entrada e saída de água gelada, temperatura de entrada e saída de água gelada, amperagem do motor e vazão de ar.

Estes parâmetros são os principais para diagnostico de que o Chiller está operando conforme projeto e a capacidade da maquina.
Nunca esqueça, que o FanCoil pode não estar rendendo por falta no chiller. e vice versa.

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA RENOVAÇÃO DO AR NO AMBIENTE

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA RENOVAÇÃO DO AR NO AMBIENTE
ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA RENOVAÇÃO DO AR NO AMBIENTE

Um espaço adequado depende de diversas características e, entre elas, está a qualidade do ar. É preciso que as condições favoreçam a respiração e o uso do local, de modo a garantir o melhor desempenho em geral. Por isso, a renovação do ar no ambiente é muito importante.

Ela se relaciona à ergonomia, segurança no trabalho e otimização de condições. Para tanto, precisa ser feita corretamente, com a ajuda de um projeto e com as soluções adequadas.

Um espaço adequado depende de diversas características e, entre elas, está a qualidade do ar. É preciso que as condições favoreçam a respiração e o uso do local, de modo a garantir o melhor desempenho em geral. Por isso, a renovação do ar no ambiente é muito importante.

Ela se relaciona à ergonomia, segurança no trabalho e otimização de condições. Para tanto, precisa ser feita corretamente, com a ajuda de um projeto e com as soluções adequadas.

Ar condicionados com sistema VRF estão aumentando participação no mercado

Apesar de ainda ser considerada uma solução de condicionamento de ar cara, o sistema de ar condicionado com tecnologia VRF (Variable Refrigerant Flow – em português VRV, “volume de refrigerante variável”) vem aumentando sua participação no mercado de ar condicionado brasileiro. De seis anos para cá tais sistemas saltaram de 2% do mercado para cerca de 9%.

O ar condicionado com tecnologia VRV pode ser comparado, de grosso modo, a um muti-split, com uma condensadora e um grande número de condensadoras. Tecnologia eletrônica sofisticada é empregada de modo a otimizar o uso da condensadora conforme o número de evaporadoras ligadas. Ele torna-se um candidato natural quando se cogita em substituir um sistema central.

Dentre as principais vantagens de um ar condicionado com sistema VRF podemos destacar:

  • Facilidade de instalação comparando com um sistema central;
  • Menor custo operacional;
  • Emprego de gás ecológico (normalmente o R-410A);
  • Trabalha com diferentes tipos de unidades evaporadoras;
  • Compressor, normalmente, com velocidade variável – inverter;
  • A temperatura pode ser controlada individualmente, através de um controle remoto, em cada evaporadora.

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No entanto, um sistema VRF apresenta também várias desvantagens:

  • O custo de aquisição de um ar condicionado VRF é mais caro do que um sistema central de água gelada (cerca de R$ 8.000,00 por tonelada de refrigeração – TR – contra R$ 6.000,00 de um sistema central);
  • No caso de um defeito na condensadora todas as evaporadoras param de funcionar;
  • O sistema VRF perde capacidade à medida que aumenta a distância da tubulação de cobre;
  • Como o condicionamento de ar é feito através de evaporadoras, tal qual num split, não há renovação do ar (ao não ser que seja feita uma estrutura de renovação separada)
  • Existe uma distância máxima de tubulação, conforme o modelo do equipamento.

Ar condicionado com sistema VRF ou central de água gelada ?

A tendência é que o sistema VRF aumenta ainda mais sua participação no mercado devido a maior versatilidade, a ter uma instalação mais fácil com menor necessidade de obras civis e seu custo de operação ser menor do que um sistema de água gelada.
Mas isso não significa que em um nova instalação não deve ser estudado um sistema de água gelada ou o usos de várias aparelhos individuais de split ou até mesmo janela: não existe um melhor tipo de ar condicionado na refrigeração; existe, sim, o mais adequado dependendo da situação.
Cada vez mais será necessário consultar um especialista em ar condicionado antes de se decidir por um tipo de solução à medida que aumentam as opções para condicionar o ar.

O ar condicionado com sistema VRF como uma oportunidade para instaladores

Instalar um ar condicionado com sistema VRF requer conhecimento técnico profundo tanto da parte de refrigeração como de comandos elétricos e eletrônica. Poucas empresas e instaladores estão aptos, no momento, a fazer isso no Brasil.
Como é um mercado que tende a crescer o profissional que se capacitar provavelmente irá ter uma vantagem competitiva sobre os demais e ganhará uma remuneração acima da média ao instalar um sistema VRF. Um bom local para procurar cursos de capacitação é o SENAI.

Tem interesse em alguma solução?

Entre em contato com nossa equipe de vendas ou a equipe técnica para saber mais. Somos especialistas em desenvolvimento de soluções, fornecimento de projetos, instalações, materiais, entre os mais diversos serviços do ramo.
Há mais de 30 anos A Friotermica atua na instalação e projeto de instalações com foco em Indústrias, Shoppings, Prédios Comerciais e os mais diversos cenários que requerem alta experstise e comprometimento com a qualidade.

Vantagens de um Contrato de Manutenção

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Ter um contrato de manutenção de ar condicionado aumenta a eficiência de energia de seu equipamento, prevenindo falhas de funcionamento e danos no sistema, assegurando maior vida útil ao equipamento.

Com um contrato de manutenção preventiva seu equipamento receberá inspeções periódicas para otimizar o desempenho, além de beneficiar os ocupantes do ambiente climatizado, prevenindo-os contra enfermidades ocasionadas por bactérias nocivas ao ambiente sujo.

Vantagens de manter um Contrato de Manutenção de Ar Condicionado:

  • Aumento do tempo de parada dos equipamentos, reduzindo efetivamente os custos com energia elétrica
    • Equilíbrio do sistema de refrigeração, favorecendo o prolongamento da vida útil do equipamento
    • Limpeza efetiva dos filtros evaporadores, obtendo ar puro livre de bactérias responsáveis por doenças respiratórias
    • Melhorias na qualidade do ar interno
    • Melhor funcionamento do compressor, aumentando sua vida útil
    • Pronto atendimento na ocorrência de possíveis problemas
    • Redução no custo final de utilização e manutenção
    • Redução de gastos com a troca de peças, panes e quebras dos equipamentos
    • Utilização de mão de obra técnica especializada
    • Utilização de ferramentas adequadas à execução dos serviços

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O que é um Trocador de Calor

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Um trocador de calor ou permutador de calor é um dispositivo para transferência de calor eficiente de um meio para outro.Tem a finalidade de transferir calor de um fluido para o outro, encontrando-se estes a temperaturas diferentes. Os meios podem ser separados por uma parede sólida, tanto que eles nunca misturam-se, ou podem estar em contato direto. Um permutador de calor é normalmente inserido num processo com a finalidade de arrefecer(resfriar) ou aquecer um determinado fluido. São amplamente usados em aquecedores, refrigeração, condicionamento de ar, usinas de geração de energia, plantas químicas, plantas petroquímicas, refinaria de petróleo, processamento de gás natural, e tratamento de águas residuais. Em muitos textos em inglês é abreviado para HX (heat exchanger).
Um exemplo comum de trocador de calor é o radiador em um carro, no qual a fonte de calor, a água, sendo um fluido quente de refrigeração do motor, transfere calor para o ar fluindo através do radiador (i.e. o meio de transferência de calor). Em outras aplicações são usados para refrigeração de fluidos, sendo os mais comuns, óleo e água e são construídos em tubos, onde, normalmente circula o fluido refrigerante (no caso de um trocador para refrigeração). O fluido a ser refrigerado circula ao redor da área do tubo, isolado por outro sistema de tubos (similar a uma Serpentina) que possui uma ampla área geometricamente favorecida para troca de calor.
O material usado na fabricação de trocadores de calor, geralmente possui um coeficiente de condutibilidade térmica elevado. Sendo assim, são amplamente utilizados o cobre e o alumínio e suas ligas.
A eficiência de um trocador de calor depende principalmente:
  • Do material utilizado para construção;
  • Da característica geométrica;
  • Do fluxo;
  • Temperatura e coeficiente de condutibilidade térmica dos fluidos em evidência.
Genericamente, para melhorar a troca de calor, são colocados aletas em toda a área da tubulação. Estas aletas fazem com que o fluido se disperse em áreas menores, assim, facilitando a troca de calor. Aletas, consistem em células interligadas entre si, onde circula fluido. São construídas em materiais de excelente condutibilidade térmica. Seu uso, acarreta uma grande desvantagem em um sistema termodinâmico, pois reduzem drasticamente a pressão com relação a entrada e saída. A maioria dos trocadores de calor, utilizam tubos com geometrias que favorecem a troca de calor, onde internamente, há em sua área aletas.
Os trocadores de Calor Podem ser:
  • Trocador de calor casco e tubo;
  • Trocador de calor de placas;
  • Trocador de calor circular adiabático;
  • Trocador de calor de placas aletadas;
  • Trocadores de calor fluidos;
  • Unidades de recuperação de calor de resíduos;
  • Trocador de calor de superfície raspada dinâmico;
  • Trocadores de calor de mudança de fase.
Devido às muitas variáveis envolvidas, a seleção ótima de um trocador de calor é desafiante. Cálculos manuais são possíveis, mas muitas interações são tipicamente necessárias. Assim, trocadores de calor são mais frequentemente selecionados através de programas de computador, que por projetistas de sistemas, que são tipicamente engenheiros, ou pelos fornecedores de equipamentos.
De maneira a selecionar um trocador de calor apropriado, os projetistas de sistemas (ou fornecedores dos equipamentos) em primeiro lugar consideram as limitações de projeto para cada tipo de trocador de calor. Embora o custo seja muitas vezes o primeiro critério avaliado, há vários outros importantes critérios de seleção que incluem:
  • Limite de alta e baixa pressão;
  • Performance térmica;
  • Faixas de temperatura;
  • O conjunto de produtos (líquido/líquido, líquidos com particulados ou alto teor de sólidos);
  • Queda de pressão ao longo do trocador;
  • Capacidade de fluxo de fluido;
  • Características de limpeza, manutenção e reparo;
  • Materiais requeridos para construção;
  • Capacidade e facilidade de futura expansão.
A escolha do trocador de calor correto requer algum conhecimento de diferentes tipos de trocadores de calor, assim como o ambiente no qual a unidade irá operar. Tipicamente na indústria de manufatura, diversos tipos diferentes de trocadores de calor são usados para apenas um processo ou sistema para obter-se o produto final. Por exemplo, um trocador de calor kettle para pré-aquecimento, um trocador de tubo duplo para o fluido transportador e um trocador placa e quadro para resfriamento. Com suficiente conhecimento de tipos de trocadores de calor e requerimentos de operação, uma seleção apropriada pode ser feita para otimizar-se o processo.

No que consiste a tecnologia VRV?

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O VRV (Volume de Refrigerante Variável) ou VRF (do inglês Variable Refrigerante Flow) é uma tecnologia de ar condicionado inventada no Japão pela empresa Daikin em 1982. Os VRVs utilizam o gás refrigerante como o para realizar o aquecimento e/ou resfriamento. Este refrigerante é condicionado por uma única unidade condensadora externa e é distribuído no interior do edifício em múltiplas unidades Fancoil (FCU).

VRVs são normalmente instalados com um ar condicionado tipo Inverter, que adiciona um variador de frequência no compressor para criar uma variação de velocidade no motor do compressor e, portanto, no fluxo de gás refrigerante em vez de simplesmente ligar/desligar o motor do mesmo. Ao operar em velocidades diferentes, unidades VRV trabalham somente o quanto for necessário, permitindo economia substancial de energia em condições de carga parcial. A tecnologia implementada na troca de calor em um sistema VRV permite a unidades interiores individuais aquecer ou esfriar, se necessário, enquanto o compressor se beneficia da troca de calor interno. A economia de energia pode ser de até 55% em comparação a um equipamento Split convencional. Isto também resulta em maior controle da temperatura interior do edifício pelos ocupantes do edifício.

VRVs vêm em dois formatos de sistema, tubulação de dois e três tubos. Em um sistema de tubulação de 2 tubos todos os ambientes devem estar, simultaneamente, em modo de refrigeração ou em aquecimento. Os sistemas que trabalham com Heat Recovery (HR, ou MHR) têm a capacidade de aquecer simultaneamente certos ambientes enquanto refrigera outros. Isto é feito geralmente através de um design de 3 tubos, com exceção da Mitsubishi que é capaz de fazer isso com 2 tubos. Neste caso o calor extraído de zonas que exigem refrigeração é colocado em uso nas zonas que requerem aquecimento. Isto foi possível porque a unidade de aquecimento está funcionando como um condensador, fornecendo ‘líquido líquida sub resfriado de volta para a linha que está sendo usada para o resfriamento. Enquanto o sistema de recuperação de calor tem um maior custo inicial, permite melhor zoneado controle térmico de um edifício e em geral maior eficiência.

Integração de automação para casa

Hoje, existem gateways dedicados que conectam VRFs com domótica e controladores de BMS (Building Management Systems) para monitoramento e controle centralizado. Estes sistemas são capazes de fornecer controle total do sistema de Ar Condicionado através da Internet com uma interface amigável e de fácil utilização.

O que é um Multispit? É o mesmo que um Split?

Os aparelhos de ar condicionado multisplit possuem um sistema moderno, com funções e filtros semelhantes aos tradicionais modelos split Hi-Wall, porém você pode ter duas ou mais evaporadoras com apenas uma condensadora. A quantidade de evaporadora vai depender da capacidade da condensadora e de cada fabricante. Saiba  mais sobre evaporadora e condensadora.

O multisplit é ideal para quem precisa climatizar mais de um ambiente ao mesmo tempo e dispõe de pouco espaço externo para a instalação da unidade condensadora. Pode ser instalado em residências, pequenos escritórios ou ambientes de médio porte.

A maior vantagem deste modelo é que todas as partes são independentes, ou seja, você escolhe quantas e quais evaporadoras deseja ligar. As unidades internas podem ser do tipo Hi-Wall, piso-teto, cassete e duto (dependendo do fabricante). Outro diferencial é que reduz o número de unidades externas, liberando espaço no exterior do ambiente.

 

Confira alguns exemplos de modelos Multisplit:

Multisplit Quente/Frio – Carrier 

carrier

Multisplit Utopia Evolution – HITACHI

hitachi

Multisplit Advance – Daikin

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